Quem faz o Espanador

Em algum momento da vida, todos os integrantes trabalhavam numa livraria. Esse contato mais próximo dos livros, e principalmente com os livreiros (essas criaturas maravilhosas e que normalmente não recebem a atenção que merecem), criamos o blog um pouco para ajudar os amigos livreiros com indicações e opiniões sobre livros. 
 
Mas logo percebemos que O Espanador era muito mais que isso e começamos fazendo algo que não encontrávamos muito por aí: um lugar com opiniões sobre diferentes assuntos e tipos de leitura. E essa pluralidade é o que mais nos orgulha desse espaço.
 
 

Equipe

Amanda Cordeiro
Ex-vendedora de livro, atual auxiliar administrativa e estudante de economia. Lê compulsivamente, de ficção a bula de remédio, mas ultimamente tem se “especializado” em literatura de mulherzinha, mitologia e contos de fadas.
 
Juliana Leuenroth Jornalista-livreira ou livreira-jornalista. Uma das organizadoras do Leia Mulheres. Impaciente, adora uma não ficção. Apesar de ser seguidora do niilismo Judy Funnie, acredita que literatura pode mudar o mundo.
 
Rafael Kalebe Palmeirense. Signo de Escorpião. Não acredita que tem Cacife para falar de literatura, mas mesmo assim insiste porque os livros são a sua paixão.
 
Rafael Menezes São Paulino. Leitor crônico, cinéfilo ávido e escritor nas horas vagas, que não são muitas. É formado em Letras, não gosta de Madame Bovary e venera Joyce.

Colunistas

Laís Pragana – Num passado longínquo estudou Direito (segredinho nosso, não conta pra ninguém!), mas agora seu coração é do curso de Letras. Vendedora de livros, tem que se controlar no fim do mês para não levar a livraria toda pra casa. Lê muitos livros ao mesmo tempo com a desculpa de que isso estimula a memória – mas cá entre nós, é tudo culpa da ansiedade de querer devorá-los todos o mais rápido possível.

Michelle Henriques, 29 anos, louca dos gatos e dos livros. Vive em São Paulo, ama cinema, chá e dias chuvosos. É uma das organizadoras do Leia Mulheres e participa do Feito Por Elas
 

Paula Queiroz é formada em Direito, mas os livros legais mesmo são os de literatura, então ela cursa Letras pra ser feliz (e pra ficar um pouco mais louca da cabeça). Anda de bicicleta, mas não é ciclonazi, sabe que a rua é pra todos – inclusive para cavalos, pq não? Ovolactovegetariana, divide a vida entre comer legumes e chocolates. Literatura é, foi e sempre será sua salvação, Bergman é seu Buda e separa o arroz do feijão (sua única característica segregacionista). Não é lá muito bem normal, mas tá aí contribuindo com gás carbônico e evita pisar em formigas.