[Mania de Listas] As melhores leituras de 2017 da Isa

Por: Isa Leite
Seja criança ou adulto, um belo livro infantil é sempre uma boa pedida. Para trazer emoções, sentimentos, risadas, fazer pensar em questões difíceis ou delicadas. Nessa lista, trago os sete livros infantis que mais me marcaram em 2017. E convido a todos que os conheçam e apreciem, com o olhar de quem aprecia qualquer literatura bem feita.
 
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A Cor de Coraline, de Alexandre Rampazo (Ed. Rocco)
 
Sutil, delicado, divertido. Sobre cores e outras coisas, sobre se enxergar e enxergar o outro. Sobre naturalizar as diferenças. Alexandre Rampazzo sendo o seu melhor!
 
Super, de Jean-Claude Alphen (Ed. Pulo do Gato)
 
O livro vem em duas vozes: a alta, enunciativa, sobre o super papai; e a baixinha cautelosa, sobre a mamãe-de-todo-dia. A criança que precisa da virada pra entender que a mamãe sempre esteve ali, e o que ela fez sempre foi super. 
 
O dia da festa, de Renato Moriconi (Ed. Pequeno Zahar)
 
Um livro pra enganar adultos tão bem quanto crianças. Não dá pra falar muito dele sem soltar spoilers, mas a dica é: leia o livro, se surpreenda, e leia de novo. Apenas sensacional.
 
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O Sol se põe na Tinturaria Yamada, de Cláudio Fragata (Ed. Pulo do Gato) 
 
A leitura mais delicada de todas. Um livro profundo e comovente, sobre a importância da lembrança e do legado. Tente não chorar.
 
Direitos do Pequeno Leitor, de Patricia Auerbach (Ed. Cia das Letrinhas) 
 
Inspirado no clássico Como um romance, Patricia Auerbach faz aqui a carta de direitos dos pequenos leitores, como ser vilão ou herói, brincar de faz de conta ou onde ler o livro! Junto com o belíssimo texto, personagens da nossa infância passeiam no traço de um dos maiores ilustradores do nosso paia.
 
O futuro do Horácio, de Maurício de Sousa (Ed. Cia das Letrinhas) 
 
O meu personagem preferido das hqs de Mauricio de Sousa, Horacio aparece revisitado nesse livrinho pelo traço de Weberson Santiago. Trata-se de uma reedição, em novo formato, de uma das primeiras histórias do tiranossauro-rex mais fofinho. É uma história triste, muito, mas tão bonita que chega a doer no coração.
 
Nuno e as Coisas Incríveis, de André Neves (Ed. Jujuba)
 
Esse livro me acompanhou durante todo o ano. fosse a trabalho, fosse na re-leitura, até o encontro com André, no final do ano, numa feira. A verdade é que Nuno é tão doce e cativante que não há como não amá-lo. aprendendo a ler com o olhar aquilo que as palavras não são capazes de dizer 
 

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